quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Final da Historinha para Esquecer a Sinusite e Sair deste País de Merda

A outra ponta da questão ocorreu há 5 ou 6 anos. Não quero me casar. E quem me conhece enche o saco dos outros, não o meu. Pessoas estranham, percebo isso. Mas não me ligo nessas coisas. Vivi um tempo lindo com a Walquíria, depois da infância , onde todo mundo comia todo mundo. Depolis acabou. A Cristiana , mãe da Sissa, também tentou viver de alguma forma , até fizemos o exame de DNA que revelou que sou o pai da Sissa, mas nem mesmo isso a impedi de endoidar, porque ela é lésbica, neurótica, e não sai do círculo que o seu Manoel traçou. Dá voltas o tempo inteiro até ficar doente. E foi por isso que a Sissa veio morar comigo . Também foi por isso que comprei a Senhora Yukio. Foi numa das viagens que se faz para reconhecer o território. Ela tinha um marido. Na China não havia trqatamento para câncer, e ele estava com câncer. Descobri que o chefe de aldeia vendia pessoas com todumentos prontos para exportação e comprei os dois. Não sei traduzir o valor que paguei, ma eles me foram entgregues na pista do aeroporto. Coisa de gente do Partido que Cuida do Povo. Ela foi para minha terra, o marido para o melhor hospital que consegui, mas já era tarde. Ele morreu um ano depois. Ela já tinha sua casinha, já que falava inglês e mandarin, podia me ajudar no mandarin e na minha casa, e adotou com amor a Sissa. Então, sempre que eu ía viajar , falava antes com a Cristiana , se ela queria a filha, ela não queria a filha, e eu deixava a Sissa com Senhora Yukio e Haroldo e Andre.a. Paguei para Andrea estudar junto com Sissa. Elas têm a mesma idade e ficaram muito amigas. O tempo fez diheiro jorrar nas nossas mãos . s ex colonos tiveram que plantar metade da fazenda com árvores roubvadoras de CO2. A outra metade ficou dividida para eles, para uma área comum e para minha casa, do Pedro, da Wal, e uma de hóspedes. Vendo a terra hoje, em dia bonitok, pode-se ver o quando aconteceu e como a história de vida de todos se entrelaçou . Formamos uma cooperativa. Eu entro com o capital, eles com o trabalho, nos exportamos tudo e o produto é deles. Nunca gosto de juntar dinheiro que depende do trabalho dos outros. Sei como é duro trabalhar a terra, preparar tudo, e faço a minha parte, que é ajudar os c aras ea se entenderem . Pago os estudos de todos os que querem ir para frente , porque nossa região tem até o ensino médio. Não tem frescura . O pai do garoto, ou mesmo o garoto, podem falar conosco, eu, pedrão, andrea ( quando trabalhava na fazenda e comigo ), agora com a Sandra. E nós fazemos o resto. Gasta-se um nada para promover uma vida . A comunidade exige desempenho . O carinha para de trabalhar e vai estudar . Por isso ele tem que estudar , ralar, ralar, ralar. Como a coisa toda sem 20 anos , propriamente, agora é que os formandos sairão do forno. E Temos pessoal atrás de trabalho para eles. Acho que vai dar certo. Porque é feito sem olharmos para trás, sem cobrarmos nada de ninguém, porque é nossa obrigação social , porque tivemos uma puta sorte na vida e fomos ajudados . Não podemos ser ingratos com a vida. Agora vou ficar umas horas com o Pedrão, depois embarco para a Austrália , vou ver minha filha e meu amor. E depois vou para casa. Estou muito tempo longe dela e quero voltar a sentir o barulho do silêncio total. A vida fica melhor...

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