terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Vive-se um dia por vez.
Sim, nós estivemos reunidos na 3ª. Passada. A turma não era a mesma , o que sempre é natral. Eu convivo com o pessoal de Atibaia. Muita gente desiste de São Paulo e vedm para Atibaia, assim como outros, que estão aqui, morrem.Senti a falta de dois amigos. Jogando tênis, tudo em ordem, exames bacanas, um enfartou. O outro fez os primeiros passos porque é médico, avisou o hospital que esttava levando o amigo e saiu do Tênis Clube São João. A saída ´óbvia mas surgiu um paulista novo , bateu no carro e matou os dois. O motorista fugiu, ma fugir em Atibaia é uma ilusão . Era um garoto de 16 anos que pegou o carro do pai para paassear .
Nossa turma é de sobrreviventes de algum coisa ruim. E uns seguram as barras dos outros . É preciso.
Mas. Na 3ª. Passada, a surpresa ficou por conta da Leila. Ela me ligou e disse que iria me buscar . Não vi a hora em que chegou mas quando fui ao meu quarto e banheiro a banheira continha uma mulher gostosa , bonita, sorridente e que me recebeu com um beijo e em posição de combate . Por isso atrazamos ligeiramente .A novidade essencial dela é ter colocado a filha para fora de casa , judicialmente , e com um interdito. Agora o filho e a filha, ambos não podem chegar perto dela a menos de 100 metros e ela vive feliz. O filho era uma coisa de drogas. A filha por inércia, não fazia porra nenhuma a não sedr sair à noite . Rola uma rave diária em Bragança e tem um pessoal que tem cartão azul para todos os dias. Não interessa como a filha conseguiu mas ela deve trazer alguma ventagem para o lugar. Assim, ela chegava quando e Leiloca estava saindo e vice versa, e um dia não teve mais vice , nem versa. A filha foi surpreendida pelo oficial de justiça e, resumindo, o juiz deu ganho de causa à mãe. Com 25 anos ela tem uma vida suspeita e não serve para nada. O efeito foi imediato . Mas não adiantou . Agrredindo a mãe na frente do oficial, no dia seguinte ela estava fora de casa, sentada na delegacia, onde leu direitos e deveres e desapareceu. Depois Leiloca me ligou , lá pra Austrália e flou tudo e daí começamos a nos falar todos os dias .
A nova turma é boa. Um pouco mais séria que a formação orgiginal ou última formação original .
Tinha um calor absurdo e o pesoal foi dispersando mais cedo, por faixa etária. Mas nós, os fundadores do Nada , ficamos tomando água , suco, saladas com umas coisinhas que o Zeca prepara para nós e fomos até amanhecer o dia . E depois fomos dormir ,e na casa dela. E foi legal. E vamos repetir hoje.
Por que a vida apenas e simplesmente É. Eu paro mas, se embaçar, começo a andar novamente . E não me preocujpo em analisar os atos das pessoas. Cada um tem uma cabeça em cima do pescoço e eu presumo que faz o que quer. Com relação à Sissa estou meio devastado porque não consido decretar o fim dela . Está dentro da alma. O jeito é fazer uma coisa que as aranhas fazem, pelo menos as da minh a casa: um casulo , onde guardam a comida pronta para digestão . E vão cuidar da vida. E eu estou com dificuldade para cuidar da vida sem a Sissa, sem entender, fazendo interrogatórios a mim mesmo o dia inteiro, todos os dias, “ onde foi e que eerrei ? “. Ainda não deu para aparecer nada...
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