segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
dias lentos , curiosos, felizes
Então eu fiz tudo o que precisava fazer. Sissa me pediu para morar m londres, porque o marido ( ela falou assim ) vai ficar um tempo em estágio na área de Heatrow ; eles querem morar lá. Ele me ligou e falou tudo antes. Pra mim, beleza , o cara é meu amigo e a Sissa precisa ser feliz. Disse pra Sissa ficar com o pessoal de Londres e aprender o trabalho que é feito por lá, basicamente de logística , porque quero que ela seja minha sócia e quero que ela trabalhe e tenha vida própria . Ela chorou na telinha . Eu também, mas não tinha outro jeito de falar de coisas racionais , misturadas com coisas sedentimentais , sem usar a boca. Então eles vão se mudar para londres. Maridão poderá continuar usando o apartamento em Sidney, quando precisar . Eu pretendo viver com a Andrea e sentir como é isso com uma pessoa calma, que fala normal, anda normal é esperta, alegre, maliciosa e tudo o mais do que gosto.
Então mudaramse as coisas e a Andreaalugou um veleiro, tripulação e tudo , para dar uma v olta no continente , com direito a paradas bacanas e já estgamos no 2º. mês navegando, parando num lugar ou noutro, ou quando vai rolar um ciclone , que tem essa coisa de ser comum ,ainda, nesta época, no sul . Aí se estaciona a nave. Tudo fica bem amarrado . Em alguns lugares existem cavernas natgurais, onde o pessoal já colocou pneus de trator nas laterais e o barco fica preso . Tem o helicóptero que vem pegar a gentge e nosa leva para outro lugar e nem chegamos a ver o tamanho da briga. Só depois dá pra ver que a coisa foi séria . Mas são profissionais e voltam com tudo o que é necessário para arrumar o prejízo . É normal para um continente onde as coisas não são normais . Diferenças climáticas enormes, locais lindos ao lado de desertos que não entram na mente . Vale muito estar com Andrea. Tem sido uma coisa de amor leve , penetrante, fácil , bem suave. Conversamos sobre tudo o dia inteiro, menos sobre a empresa e as famílias,k porque são enroladas mesmo e a Sissa , porque ão cabe no momento em que vivemos. Nadamos, brincamos, tem um pessoa l que toma conta da gente por causa dos tubarões. Megulhamos e vemos coisas lindas , mas não consigo entrar em cavernas . Rola um pânico , mesmo com o cara amarrando a gente a ele e falando tudo pelo capacete . Fui uma única vez. A Andrea vai em todas e volta fascinada e tomando o meu pelo , mas eu durmo ou leio, ou falo com o Pedro ou falo com o Sergio, e a vida escorre pouco a pouco . Sinto amar a Andrea ...
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