sábado, 14 de setembro de 2013

Ços Angeles No Final da Semana. Vida nova e só.Como quase Sempre foi

Penso que andei muito, pelo menos desta vez, e estou no ponto de ficar uma hora e pouco além do horário brasileiro. Aqui também é final de tarde. Tem um sol bonito, mas tem cara de outonal, bem oblíquo. É sabado e vou estar com a Annna apenas à noite. Acordei cedo, isto é, meu corpo anda meio sem saber se dorme ou acorda, por isso mesmo estou deixando que ele encontre sua melhor condição. Vou viajar, pra cima, apenas na 2a.cedo, para Washngton-DC, que Hiroshi San ão conhece. Marcamos bem em frente à Casa Branca. De la poderemos andar um pouco , ver coisas feitas por outros americanos, sinais de guerras, sinais de feridas e também de crescimento, agora sem ter a sombra de outra guerra, que seria na Siria. O mundo fica melhor, pelo menos o centro do país que é o centro do mundo armamentist a mas já mostra sinais de 3o. mundo se misturando ao 1o. mundo. Mas acordei cedo, fui para o parque da ponte, conheci um restaurante afegão, não senti um clima legal, talvez porque eles não sintam que é legal o clima deles lá. Mas são simpaticos e atendembem . A comida não é muito o forte porque tudo tem alto valor nutritivo, coisa do país onde não se pode plantar direito, pescar nada, caçar menos ainda,e então a vida é comer o que dá, quando é possível, no mercado central, com um puta medo de uma bomba talibã. Os talibãs são algo que sobrou forra da própria terra, com o seu fanatismo absoluto num mundo onde nem mesmo o islã consegue segurar suas próprias rebarbas, como mostra o Qataqr, Dubai, Emirados Árabes. Eles conseguiram chegar a um meio termo entre as ditaduras totalitárias e uma liberdade possível e quase confortavel. Dubai, no caso , foi mais à frente, pois sua contgrução precisou de muita gente de fora e a troca cultural teve um efeito bastantge luminoso, para os homens , mas muita mais para as mulheres. Eles estão felizes por trombarem com tantas cultguras diferentes, tgerem mais liberdade, poderem ir e vir e falar, conversar, andar como desejam, coisas simples que o resto do mundo faz há muito tempo. Bom, o alimento base é o carneiro. E ele pode ser encontrado atetpé com hamburger , especiarias, etc. Fui almoçar em Monterrey. Ida e v olta, com s.Francisco no meio, dá um pouco mais de 400 km. mas a estrada continua linda. o dia já anda querendo ventos do outono e mesmo com o céu fechado assim cinza como o resto do mundo, é uma coisa que sempre enche os olhos. Voc^pode parar nos mirantes que não será assaltado .O policiamento é forte. Parece não estar por lá mas basta você fazer algo errado e eles descem de árvores, sobem de barrancos, saem do chão mas te pegam. Monterrey mudou muito, como rola com quase toda cidade portuária e de praia livre. Muito xicano pela ruas, muito camelô, muiita gente parecendo camelõ paulistano . Você fica tenso. É natural. Na volta deixei o carro na locadora e peguei o ônibus pra retornar .Mais alto, permite que se veja com mais liberdade as praias proibidas e bravas . Acredite, você não entraria numa delas se não fosse um surfista.. Eles não têm problemas com os guardas e sabem tudo sobre onde e como andar. Você retorna mais rápido. Até agora a Sissa falou 5 vezes comigo e está numa balada australiana ! O plano ,agora, é ir para Riverside . Gosto de ver as mulheres nuas vivendo à vontade, o taxista fez questão de desviar e me levar para ver a porta da casa da Gisele Bundchen e ainda disse que poderia parar o carro e tocar a campainha para ver se ela estava em casa. Agradeci. .Já fiquei sabendo que Riverside está sem as mulheres nuas por causa do vento de outono , mas estou indo, na verdade, ver a fábrica onde sou sócio de um brasileiro que está se tratando lá. Ele é alterado mentalmente , tem explosões e calmarias, mas está inteiríssimo, há quase dois anos, usando a maconha em doses medicinais . Coisas que não poderão ocorrer no Brasil, porque lá se transforma tudo num putiro, pois assim se ganha mais dinheiro: Cazuza. Despois hotel, jantar com Anna e descançar . Estou meio vazio com a falta da Sissa e a Síndrome de Andrea. Mas a vida é. Apenas isso.

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